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	<title>BLOG - marcelomuraro.com &#187; twitter</title>
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	<description>ideias e inquietações no mundo virtual</description>
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		<title>Xenofobia na rede</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 20:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Muraro</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<description><![CDATA[Xenofobia é um mal presente na humanidade. Ela está, como sempre esteve e, provavelmente, sempre estará, presente no comportamento humano. Faz parte do ser humano. Mas isso não significa que o mal deva ser incorporado à personalidade humana e transformar-se em regra de conduta. Apesar do Brasil querer se mostrar como um país em que [...]]]></description>
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<p>
<a href="http://blog.marcelomuraro.com/wp-content/gallery/diversas/petruso02.jpg" title="Tweets preconceituosos publicados por Mayara Petruso provocaram reação da tuitosfera na noite de 31 de outubro de 2010." class="shutterset_singlepic5" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://blog.marcelomuraro.com/wp-content/gallery/cache/5__320x240_petruso02.jpg" alt="Tweets preconceituosos" title="Tweets preconceituosos" />
</a>
Apesar do Brasil querer se mostrar como um país em que não existe o preconceito, é fato notar que o mesmo existe e é bastante acirrado e sob várias formas: preconceito de raça/etnia, credo, gênero e também por região geográfica, sendo este último bastante envidenciado na rede no dia 31 de outubro de 2010, no final da apuração das eleições que deu vitória à candidata Dilma Rousseff, causando indignação dos eleitores de seu oponente, o candidato José Serra. Entretanto, alguns destes extrapolaram.</p>
<p>Comecei a perceber uma certa movimentação no Twitter, vários tweets utilizando a hashtag <a title="Tweets com a hashtag #nordeste" href="https://twitter.com/#!/search/%23nordeste" target="_blank">#nordeste</a>. Naquele momento, fiquei sem entender o que estava ocorrendo e fui entender melhor só no dia seguinte. Uma usuária postou mensagens ofensivas, se referindo aos nordestinos de forma pejorativa. Ela e outros usuários, diga-se de passagem, mas foi o dela que acabou tendo maior repercussão.</p>
<p>A garota, Mayara Petruso, estudante de direito, classe-média-alta, incomodada com o resultado das eleições, resolveu culpar os nordestinos pela derrota de seu candidato com frases como &#8220;BRASILEIROS AGORA FODAM-SE! ISSO QUE DA, DAR DIREITO DE VOTO PRA NORDESTINO&#8221; e &#8220;Nordestino não é gente, faça um favor a Sp, mate um nordestino afogado&#8221;. O efeito colateral disso foi enorme e a hashtag foi parar nos &#8220;Trending Topics&#8221; brasileiro, causando repercussão em nível nacional e, claro, <a title="Pesquisa no Google sobre o assunto em questão" href="http://www.google.com.br/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=mayara+petruso+twitter+preconceito+elei%C3%A7%C3%B5es" target="_blank">tornando-se pauta dos principais veículos de comunicação</a>. A estudante chegou a apagar os tweets e deletou seu perfil na madrugada. No dia seguinte, outra hashtag <a title="Tweets com a hashtag #orgulhodesernordestino" href="https://twitter.com/#!/search/%23orgulhodesernordestino" target="_blank">#orgulhodesernordestino</a> surge nos &#8220;Trending Topics Wordwide&#8221; como reação ao ocorrido.</p>
<p>
<a href="http://blog.marcelomuraro.com/wp-content/gallery/diversas/petruso01_1.png" title="Tweets preconceituosos publicados por Mayara Petruso provocaram reação da tuitosfera na noite de 31 de outubro de 2010." class="shutterset_singlepic4" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://blog.marcelomuraro.com/wp-content/gallery/cache/4__320x240_petruso01_1.png" alt="Tweets preconceituosos" title="Tweets preconceituosos" />
</a>
É impressionante observar como as manifestações tomam corpo quando são disseminadas no Twitter. O próprio candidato José Serra conseguiu na justiça algo inimaginável às vesperas da eleição: direito de resposta no Twitter. Esta aplicação web é, sem dúvida, um divisor de águas na história da rede, dados os inúmeros casos ocorridos no mundo real a partir de informações postadas nele. Acredito que o sucesso da disseminação da informação, e respectiva reação, se dê pelo mesmo ser usado em &#8220;território híbrido&#8221;, ou seja, todos tem acesso, independentemente de onde são e esse foi o grande erro da ingênua estudante que, provavelmente, deve estar acostumada a dizer frases como estas em seu circulo de amizades e de convívio, mas quando replicou-as no Twitter, a informação foi além do seu círculo, atingindo usuários que não concordam com as mesmas. O efeito contrário veio à tona e muito mais forte, amplificado conforme o número de usuários revoltados com o ocorrido.</p>
<p>Mas voltando a questão da xenofobia, esta quando disseminada na rede, tomou um corpo muito maior do que se tivesse apenas sido veiculada em jornais ou programas de televisão. Na verdade, a veiculação desta notícia na grande mídia apenas a consagra como uma notícia digna de ser veiculada, mesmo porque ela já se tornou notícia muito antes de ser reconhecida como tal na grande mídia.</p>
<p>É uma pequena amostragem de como se comporta o cidadão de classe-média-alta, reacionário, preconceituoso. É claro que, felizmente, existem as exceções, mas este é, grosso modo, o perfil deste cidadão, que traz esse preconceito já há décadas, por conta da migração nordestina, em especial na cidade de São Paulo, é cultural. É uma ideia já um tanto antiga e fora de moda, pois São Paulo é uma cidade do mundo e a migração, atualmente, vem de todas as partes do Brasil e também de outros países da América do Sul, como Bolívia e Peru, além dos coreanos, que literalmente, invadiram a cidade, mas, por algum motivo, a migração nordestina ficou no imaginário do cidadão paulista/paulistano.</p>
<p>
<a href="http://blog.marcelomuraro.com/wp-content/gallery/diversas/petruso03.png" title="Tweets preconceituosos como os publicados por Mayara Petruso provocaram reação da tuitosfera na noite de 31 de outubro de 2010." class="shutterset_singlepic6" >
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</a>
Já houve na história manifestações preconceituosas até de políticos como <a title="Livro de Fernando Morais - Na Toca dos Leões" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?sid=91079620712111659379578846&amp;nitem=802130" target="_blank">o caso de Ronaldo Caiado, citado no livro do Fernando Morais sobre a W/Brasil &#8220;Na Toca dos Leões&#8221;, no qual o mesmo propõe &#8220;esterilizar os nordestinos&#8221;</a>. Me lembro quando contei esta história a um antigo amigo, hoje apenas um conhecido, que, de pronto, disse pelo MSN: &#8220;kkkkkkkkkk Ronaldo Caiado pra presidente!!!&#8221;. Isso não quer dizer que estas pessoas irão de fato sair por aí esterelizando, afogando, matando nordestinos e afins; até porque não teriam coragem para tal. Mas, sentados diante do computador, no aconchego do lar, conectados a outros tantos iguais, cultivam estas ideias. Mas, enganam-se, vale dizer que São Paulo é o que é, graças a migração nordestina, <a title="Blog de Mayara Petruso" href="http://agoraeprasempresp.blogspot.com/2010/09/viajando-de-corpo-e-mente.html#comments" target="_blank">os prédios que a ingênua estudante contempla em seu blog</a> foram construídos às custas do suor, em grande parte, dos nordestinos que, não apenas se mudaram para São Paulo, mas também foram trazidos a São Paulo, atraídos pela falsa perspectiva de uma vida melhor. Da mesma forma como os brasileiros de classe-média aventuram-se em terras estrangeiras, como os EUA, Europa etc.</p>
<p>Xenofobia é assunto recorrente, mas a novidade é a repercussão pela rede. Na minha opinião, é muito bom que ocorra fatos como esse, pois nos faz refletir melhor sobre o preconceito e como as ideias, atos e iniciativas fluem na mente de pessoas de determinadas classes sociais. O Twitter nos permite adentrar em certas &#8220;regiões&#8221; sociais que antes eram impossíveis.</p>
<p>De outro modo, espero sinceramente que este caso continue repercutindo e que as autoridades tomem providências acerca da atitude desta estudante, acadêmica de um curso de direito e que, só por isso, deveria ter mais cuidado ao se referir ao povo de seu país. Este é também um excelente estudo de caso a ser abordado nos cursos de direito: a ética do acadêmico, que será o futuro advogado, juiz, desembargador. Como estes profissionais pretendem conduzir suas respectivas carreiras se não conseguem sequer resolver questões de foro íntimo. Brotadas, provavelmente, no seio familiar, a partir da conduta dos pais e familiares. Sem dúvida, um assunto muito bom para refletir.</p>

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		<title>Ontem, Orkut e hoje?</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 13:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Muraro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aproveitei as férias de fim de ano para dar aquela geral no escritório, arrumar a bagunça, separar o lixo e resolver pendências necessárias para começar o próximo ano um pouco mais leve, ou pelo menos tentar.  E umas das coisas que acabei fazendo foi desenterrar minha conta no Orkut, que não usava há vários meses. [...]]]></description>
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<p>Normalmente não gosto de acessar o Orkut, porque perco muito tempo fuçando, procurando pessoas, vasculhando redes de amigos e quase nunca encontro algo que seja realmente interessante. Entretanto, essa atividade me fez refletir sobre a evolução dos aplicativos de mídias sociais: o que foi e o que está sendo.</p>
<p>Notei que o Orkut evoluiu pouco de alguns anos para cá, não teve grandes novidades, mas o impacto causado pelo mesmo foi semelhante à chegada do e-mail. Até hoje, sempre tem alguém que me pergunta: você tem orkut? Da mesma forma como ocorria acerca de uma década: você tem e-mail?</p>
<p>Repare que esse tipo de pergunta não ocorre mais em relação a outros aplicativos que sugiram depois do orkut. Alguém perguntaria: você tem <a title="twitter.com" href="http://twitter.com" target="_blank">twitter</a>, <a title="myspace.com" href="http://myspace.com" target="_blank">myspace</a>, <a title="facebook.com" href="http://facebook.com" target="_blank">facebook</a>, <a title="flickr.com" href="http://flickr.com" target="_blank">flickr</a>, <a title="plurk.com" href="http://plurk.com" target="_blank">plurk</a>, <a title="shelfari.com" href="http://shelfari.com" target="_blank">shelfari</a>, etc., etc. etc.? Mas sempre tem alguém que pergunta: você tem orkut? Pois é, um clássico. E isso não significa que a pessoa, ao fazer essa pergunta, não tenha, de repente, uma conta no <a title="flickr.com" href="http://flickr.com" target="_blank">flickr</a> ou no <a title="facebook.com" href="http://facebook.com" target="_blank">facebook</a>, o surgimento em massa de aplicações de mídia social foi tão grande que tal pergunta acaba se tornando desnecessária, talvez se pergunte num futuro próximo: você participa de alguma rede social? E talvez alguém responda: sim, eu tenho um <a title="meadiciona.com" href="http://meadiciona.com" target="_blank">meadiciona</a>. E nesse estará dispnível todo o índice de sites de rede social do  qual a pessoa faz parte.</p>
<p>E para gerenciar tudo isso? Boa pergunta. É bem provável que a resposta esteja nos novos mecanismos e/ou softwares (e muitos deles já existem) que possibilitam o gerenciamento de vários aplicativos ao mesmo tempo. Daria como exemplo o <a title="twhirl.org" href="http://www.twhirl.org/" target="_blank">twhirl</a>, intitulado &#8220;The social software client&#8221;, que permite gerenciar várias contas em diversos sites de microblogging. Sem dúvida um assunto muito interessante a ser explorado e refletido para, quem sabe, trazer, amanhã, as respostas sobre o hoje.</p>

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