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	<title>BLOG - marcelomuraro.com &#187; wordpress</title>
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	<description>idéias e inquietações no mundo virtual</description>
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		<title>Outro ano e um novo re-começo</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 16:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Muraro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante minha vida profissional, sempre mantive uma certa distância de blogs, não por preconceito ou desrespeito, mas é que venho de uma cultura mais antiga, sou da área de informática há 19 anos e muita coisa mudou de lá pra cá. O fato é que nunca entendi direito para que serve um blog, mesmo assim,  em 2008, resolvi criar um, escrevi quatro posts e fiquei mais de um ano parado, por falta de tempo, por falta (ou excesso) de idéias, pela falta de foco, pela bagunça que é o meu dia-a-dia, enfim, a tarefa de &#8220;blogar&#8221; ficou sempre no final da fila e esse post não é uma garantia de mudança.</p>
<p>Mas, muita coisa mudou desde o último post, tanto na minha vida individual quanto na coletiva, e isso inclui o ambiente virtual. Senti necessidade de voltar a expor minhas idéias, mesmo que isso não seja &#8220;relevante&#8221; e/ou não interesse à maioria. Ainda não achei o foco deste, mas sigo, simplesmente alimentando a prática de escrever.</p>
<p>Comecei a blogar pouco tempo depois de ter contratado uma hospedagem para publicar os sites de meus clientes (tenho o host, nada mais fundamental do que ter o próprio site), fiquei vasculhando e avaliando por muito tempo qual seria o melhor sistema a adotar: WP, Drupal, Joomla&#8230; Concluí que todos são relativamente bons e me decidi pelo WP. Desde então, perdi um bom tempo tentando entender o mecanismo, o funcionamento e tal.</p>
<p>Aliás, essa minha experiência com o WordPress tem sido bastante interessante, já estou mais familiarizado com o mesmo, produzi alguns templates, e alguns sites usando-o como gerenciador de conteúdo. Porém, &#8220;casa de ferreiro, espeto de páu&#8221;, logo no começo, achei um template bacana, traduzi-o, inseri alguns plugins, deixei-o mais ou menos como queria, muito bem. Há alguns dias, notei que havia uma atualização disponível para o mesmo, cliquei e perdi o tema. Estou usando este temporariamente (que é bem legal) até que surja vontade e inspiração para contruir um, acho que dá mais trabalho personalizar um tema do que construí-lo do zero. Na verdade, são tarefas distintas (e complementares), mas como estou acostumado a iniciar as tarefas do zero ainda prefiro seguir nesta linha. Se bem que é hora de procurar por mudanças e a prática da personalização é algo mais que natural nos dias de hoje, a existência de licenças do tipo Creative Commons é uma realidade e, sem dúvida, da maior importância. Estou bem curioso para saber como será o futuro, por exemplo, daqui há 50 anos.</p>
<p>Falando em futuro, uma das metas para o (meu) futuro (próximo) é mudar de assunto, pois todos os meus cinco posts estão falando desta necessidade de mudança e da mudança propriamente dita. É algo revolucionário, mas há que se ter uma mente muito flexível para aceitar estas mudanças, a minha não é, mas de tanto apanhar, está aprendendo a ser.</p>
<p>E assim dá-se início a um novo re-começo.</p>
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		<title>CC, CC e outras tendências</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 13:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Muraro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem trabalha com informática há mais de 15 anos, como é o meu caso, é impressionante observar a evolução e a (re)volução que esse &#8220;processo evolutivo&#8221; vem causando na sociedade de um modo geral. A mim, especificamente, que pude acompanhar este cenário desde o início da década de 1990, enquanto participante e observador, notei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem trabalha com informática há mais de 15 anos, como é o meu caso, é impressionante observar a evolução e a (re)volução que esse &#8220;processo evolutivo&#8221; vem causando na sociedade de um modo geral. A mim, especificamente, que pude acompanhar este cenário desde o início da década de 1990, enquanto participante e observador, notei que essa evolução passou do hardware para o software e agora tem ocorrido uma espécie de &#8220;disseminação&#8221; da produção de software e, mais importante, a possibilidade de softwares distintos poderem trabalhar concomitantemente em função de determinada aplicação.</p>
<p>Isso é o que se pode chamar de ambiente colaborativo e a própria inquietação desse ambiente deu origem a termos muito interessantes que devem ser estudados a fundo como <em>Cloud Computing</em>, <em>Creative Commons</em>, entre outras tendências. Basicamente dois conceitos básicos: A &#8220;computação nas nuvens&#8221;, cujo processo e resultado estão disponíveis na rede, e a licença <a title="Sobre a licença Creative Commons" href="http://creativecommons.org.br" target="_blank"><strong>creative commons</strong></a>, que permite a livre circulação da informação com alguns direitos autorais preservados. Isso, sem dúvida, amplia a noção do &#8220;público&#8221; bem como a necessidade de que todos devem contribuir e respeitar para que determinado projeto possa antender a um número de pessoas cada vez maior.</p>
<p>O que me inspirou a escrever sobre esse assunto foi o diretório de plugins do WordPress (uma porção de scripts e programas que tornam o WordPress muito mais funcional e divertido), feitos por pessoas e equipes distintas ao redor do mundo, gratuitos e disponíveis na rede (nas nuvens). Esse conceito (em termos práticos) é novo para mim, assim como outras coisas que pretendo experimentar mais a fundo. Não apenas o conceito, mas a forma como isso é colocado aos usuários, você pode ter acesso ao código fonte e contribuir com sugestões e/ou informações adicionais que favoreçam ao projeto como um todo, fantástico! Acredito ser esse momento o princípio de um futuro muito promissor, verdadeiramente colaborativo e, quem sabe, seja esse o modelo que possa sair do virtual e ser praticado também no ambiente presencial.</p>
<p>Enquanto isso, estou começando a conhecer os tais plugins disponíveis para WordPress, ainda na difícil tarefa de (re)começar. Porém, ainda com um certo entusiasmo. Vamo que vamo!</p>
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		<title>A dificuldade do re-começo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 23:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Muraro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de anos e anos trabalhando em uma linha específica e descobrir que essa linha já era, o re-começo é algo muito penoso e beira os limites do impossível, às vezes, como reciclar-se? Qual caminho seguir? Qual técnica? Qual software? São tantas as perguntas que o acúmulo bloqueia. Eis a tarefa do re-começo. Blog não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de anos e anos trabalhando em uma linha específica e descobrir que essa linha já era, o re-começo é algo muito penoso e beira os limites do impossível, às vezes, como reciclar-se? Qual caminho seguir? Qual técnica? Qual software? São tantas as perguntas que o acúmulo bloqueia. Eis a tarefa do re-começo.</p>
<p>Blog não é um assunto novo pra mim, entretanto, nunca dei a menor bola para esse assunto. Porém, o que me atrai em utilizá-lo, logo agora, praticamente, no final da carreira (porque carreira hoje em dia é algo extremamente perecível) é a análise dos recursos disponíveis, como o WordPress, pro exemplo. Faz tempo que quero instalá-lo, ver como funciona e tal. Mas nunca sobrava tempo e gente mais velha demora mais pra fazer as coisas. Não que eu seja velho fisicamente, é um lance de mente mesmo.</p>
<p>Ferramentas de gerenciamento de conteúdo (CMS), adesão a utilização dos blogs, padrões web, frameworks, esses e outros termos têm me torturado a mente já há algum tempo. Bom, há que se começar por algum caminho, tenho muitas idéias, mas sem saber direito por onde começar. Criei uma conta na DreamHost, descobri que o WordPress é um sistema feito em PHP que tem vários plugins, o caminho é esse.</p>
<p>Então, vamos ver como funciona esse negócio.</p>
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